quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Sabe o cheiro do perfume? Não quando ele está no frasco, mas quando toca a pele, a sua pele? Então... É disso que sinto falta.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Eu me rendo, então, ao fracasso de não conseguir te fazer minha.
Abaixo a cabeça, cesso o drama, choro escondidinha na madrugada, no canto da cama, mas me rendo.
Não sei ser de quem não quer ser. Apesar da dor, do desamor, apesar de.


"O vão que fazem suas mãos é só porque você não está comigo."

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Não prometo dias de sol ou te dar a lua. Não prometo sorrisos todos os dias nem café quente a toda hora. Não prometo fazer dos seus dias cor. Posso apenas prometer o infinito que tenho dentro de mim. E isso, meu bem, é muito mais que cor, café, sol... Isso é o que de mais bonito tenho em mim. E me disponho a te mostrar. É só você dizer "vem".

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

"Pra não ficar dúvida, te adianto: todo beijo que eu te mando é na boca." Bruno Fontes.

E toda palavra que te digo, é sussurro no ouvido. Toda vez que te toco em pensamento, é carinho e cafuné. Toda vez que te vejo deitada ao meu lado, é uma conchinha inesperada mesmo nos dias de calor. Todo abraço que imagino, é apertado e com suspiro. Todo sorriso que te dou, é mirando seu olhar. E todo amor que te tenho é real e não imaginado.
Aqueço.
Esqueço.
Floresço.

Permito.
Irrito.
Imito.

Conflito...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Então eu bebo por não conseguir me perdoar por quem eu sou, por achar que meu coração pesa demais e colocar ele nas mãos de pessoas fracas que não têm força pra aguentar. Então eu bebo pra segurar as meias palavras e as palavras inteiras acabam saindo sem que eu queira, elas deslizam pelos dedos. Então eu bebo pra tirar o amargo disso que sinto e completar o que tá vazio com álcool porque meu corpo aguenta o álcool, mas não aguenta o vazio de estar sem você. Então eu bebo e te coloco num pedestal e te faço rainha por algumas horas e te xingo mentalmente nas horas seguintes por tantos motivos e o maior deles é você não me amar de volta. Então eu bebo pra continuar minha existência nessa caminhada porque continuar assim, sem você, não me dá tesão nenhum. Então eu bebo e leio livros e vejo filmes e ando pela cidade a noite sozinha esperando algum sinal pós-bebida que faça algum sentido, alguma mensagem sua que diga coisas como: vem me beber, se embriaga de mim, não precisa desse paliativo aí. Mas essa mensagem nunca chega... então eu bebo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

-Você sabe que essa rua é sem saída e que lá na frente tem um muro. Você vai continuar caminhando por ela, nessa escuridão?
- Sim, eu vou. Até que eu bata com a cara no muro e me espatife toda ou até que ela me olhe nos olhos e me diga "olha, volta, a saída é no mesmo lugar da entrada, não continua, eu não posso te acompanhar". Enquanto eu não ouvir isso saindo por entre os lábios dela,eu sigo as migalhas de atenção que ela tem me dado, eu acredito que consigo destruir esse muro e continuar caminhando, eu vejo ela me dando a mão e me ajudando a derrubar tudo, destruindo tudo pela frente e seguindo comigo até onde der pra ir ou até não dar em nada, mas se ela nunca me disser nada caminharei na escuridão sem nem pensar, apenas seguindo meu coração. Eu sou movida por ele, o que ele pede eu faço. E continuo seguindo. E continuo na esperança de quebrar paredes. E continuo.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Eu vou falar até eu mesma conseguir ouvir que não vai dar. Meu coração diz pra eu ir e a razão pra eu estacionar. Se eu sigo a razão, não serei eu. Então morro sozinha todos os dias sabendo que o "não" é certo, mas sigo buscando o "sim".
Espero sozinha enquanto nada parece se mover. Um ano novo, um ciclo novo e seria tão lindo se o "sim" surgisse agora quando estou mais aberta e segura pra seguir e ser e estar. Seja como for.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Que coragem é essa que subitamente me toma e me faz acreditar que pode ser, que há essa maneira torta de ser feliz?
Teus olhos que tocam os meus na distância instalada depois daquele último beijo, teu corpo que arrepia o meu como se ainda nos encostássemos, como se ainda sua presença fosse física.
Eu, antes cheia de todas as dúvidas, hoje sou feita da certeza de que é você. E não admito estar errada.
Gostaria de ser aquela pra quem você escreve, mas sou só essa que escreve pra você quase diariamente, quase não fazendo mais sentido, quase sufocando de tantas palavras querendo sair não só mão-tinta-papel, mas muito mais boca-garganta-voz. Sou só essa que deseja falar tudo olhando nos seus olhos e ser calada pelos seus lábios.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

I wish you never forget the look on my face when we first met...

Eu estava bêbada, eu lembro.
Mas eu sorri ao te ver. Sim, você me chamou a atenção desde o início. Eu ficava te olhando e você não notou. Então conversamos... Eu ouvi sua voz, seu sotaque mooquense (ai, meu coração!) e fomos falando besteiras e bobagens e eu já queria... e te beijei! E o beijo encaixou, como se já tivesse te beijado tantas outras vezes antes, como se nos beijássemos todos os dias, todas as horas e eu não queria mais te largar. E então, o beijo se tornou abraço, amasso, suas mãos agarrando meu corpo, meu corpo prensado na parede, seu beijo percorrendo meu pescoço e eu querendo cada vez mais de você, sentindo seu cheiro e querendo ficar ali, presa naquele momento pra sempre.
E ficamos juntas por toda a noite. E eu não queria que você fosse embora. E você foi, gritando seu nome e dizendo "não me perde!!! Me encontra!!!" e eu sorrindo o sorriso mais largo corri e te alcancei a tempo de te dar mais um beijo.
Ao chegar em casa, já tinha mensagem sua no meu whatsapp. Dizendo coisas lindas. Dizendo que era inesperado. E me fazendo ter mais vontade de estar perto. E os dias passaram e nos vimos logo e trocamos mais beijos e mais palavras de carinho e você disse que tínhamos algo e eu acreditei e de repente... de repente não tínhamos mais. Eu tinha apenas milhões de palavras guardadas na gargante, no coração, no peito, nos olhos, na vida, todas direcionadas a você. Palavras que aos poucos conseguiram sair pelos dedos, canetas, tintas, teclados e foram parar nos seus olhos. Palavras destinadas ao seu olhar e pedindo: olha pra mim de novo, fica comigo mais uma vez, vem pra mim, seja essa que eu tanto espero. E eu disse a palavra que eu temia dizer e te afastar e na verdade te aproximou mais e me fez querer ainda mais e eu quero, sem sofrer dessa vez, eu não choro, eu apenas quero você perto e aguardo seu momento de estar aqui, eu sei que ele vai chegar, eu sei.
E eu to narrando tudo isso aqui que é pra que eu nunca, nunca esqueça de nenhum detalhe do que vivi com você porque foi lindo, foi marcante, foi foda e foi importante demais pra que saia da minha cabeça com o tempo ou com as andanças ou com qualquer outra que chegar e roubar seu lugar de grande paixão vivida em pouco tempo.