quinta-feira, 30 de abril de 2009

"O medo é uma brecha que fez crescer a dor..."

Ultimamente tenho tido medo de morrer sem ter sequer vivido uma grande e bonita história de amor.
E só.

domingo, 26 de abril de 2009

Em todo e qualquer canto da cidade que passo, leio isso colado ou pixado nos muros. E hoje de manhã, a caminho do metrô Anhangabaú, eu percebi que realmente... O amor é importante, porra!
Um mendigo me parou. Eu fiquei com medo, a princípio, o Fe me abraçou e ele disse:

-Olha, eu perdi o amor da minha vida. Era a mulher mais linda do mundo. Nunca ninguém vai amar aquela mulher do jeito que eu amo... Quer ver, quer ver foto?


Ele pôs a mão encardida no bolso e tirou, junto com a carteira de trabalho, duas fotos da tal mulher mais linda do mundo.

-A gente teve cinco filhos. E aí, ela foi embora pro Piauí com um camarada qualquer e eu fiquei aqui, com nossos filhos.


Na foto, uma mulher linda, de longos cabelos loiros. Atrás, escrito Marinalva.

-Mas sabe? Eu fiquei aqui com a nossa família, eu moro na rua e tenho família. Ela deve ter se arrependido, ela não tem ninguém. Já ouviram falar da lei do retortno? Tudo volto, tudo que a gente faz de mal pra alguém, volta pra gente.

Ele ficou mais alguns minutos ali, contando de como tirou seus documentos pra que a polícia não o prendesse e de como o amor que ele sente pela Marinalva é grande.
Se despediu e caminhou, com os pés no chão, rumo a lugar nenhum.
O Fe me olhou e me disse:

-Pensa em tudo o que ele disse. Pensa em tudo o que você viveu essa noite. E pensa que toda pessoa que entra na nossa vida - até esse cara - muda uma coisinha. E eu tô feliz por ter te visto tão madura e tão crescida. Feliz e arrepiado. E pode ter certeza, vou dormir muito bem essa noite por ter te visto forte e por ter visto as atitudes que você tomou.


Fui caminhando até o metrô sozinha, enquanto o Fe ia caminhando pra casa dele... Um riso singelo tomou conta dos meus lábios... Pensei que talvez, aquele mendigo, fosse o autor de todos esses cartazes colados nos muros da cidade. Talvez seja ele mesmo o autor. Mas não importa quem seja... Pra mim, o amor é importante, porra!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Eis que então...

... ele correu, correu, pisou em cocô de cachorro, quase foi atropelado por um carro, desviou de dois gatos, correu, correu, passou embaixo dos galhos da árvore, pisou na poça de água, caiu, machucou o joelho, levantou-se, acelerou os passos, olhou o relógio e correu mais ainda. Ele chegou, então, no momento em que ela estava partindo. No momento em que ela ia embora com outro, com o tal amor da vida dela, que ele não acreditava que era realmente e acreditava menos ainda que ele estava vendo aquilo. Ela olhou pra trás, ela olhou pra ele, ela viu os olhos dele lacrimejarem e ela pouco se importou. Dentro do seu coração egoísta só importava a felicidade dela, mostrar pra todos que ela estava feliz e ponto. Ali, ele se acabou. Ali tudo o que ele acreditava sobre a felicidade foi por água abaixo. Ali, ele perdeu o amor próprio e saiu dali mais vazio do que nunca.

terça-feira, 21 de abril de 2009

"Eu queria viver morrendo em sua teia
Seu sangue correndo em minha veia
Seu cheiro morando em meus pulmões..."
(Esperando Aviões - Vander Lee)


Seu cheiro mora em meus pulmões.
E, na tua ausência, meu corpo arrepia de lembrar teu peso em cima de mim.
Os poros suam como suavam com seus sussurros.
Os pelos erguem-se como se sua presença ainda estivesse ao meu lado.
Meu corpo muda ao sentir o coração acelerar.
Minha voz sai sussurrada ao lembrar do teu sorriso enquanto minha boca passeava por sua pele.
Teus, meus gritos.
Teus, meus prazeres.
Teus, meus... nossos momentos.



sexta-feira, 17 de abril de 2009

montanha russa


"...é improvável, é impossível..."

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Eu Não Sei Na Verdade Quem Eu Sou - TM

Eu não sei na verdade quem eu sou,
Já tentei calcular o meu valor,
Mas sempre encontro sorriso e o meu paraíso é onde estou...
Por que a gente é desse jeito
criando conceito pra tudo que restou?

Meninas são bruxas e fadas,
Palhaço é um homem todo pintado de piadas!
Céu azul é o telhado do mundo inteiro,
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro!

Mas eu não sei na verdade quem eu sou!
Já tentei calcular o meu valor.
E sempre encontro o sorriso e o meu paraíso é onde estou
Eu não sei na verdade quem eu sou!

Perguntar de onde veio a vida,
por onde entrei deve haver uma saída,
e tudo fica sustentado pela fé!
Na verdade ninguém sabe o que é!

Velhinhos são crianças nascidas faz tempo!
Com água e farinha eu colo figurinha e foto em documento!
Escola é onde a gente aprende palavrão...
Tambor no meu peito faz o batuque do meu coração!

Mas eu não sei na verdade quem eu sou!
Já tentei calcular o meu valor.
E sempre encontro o sorriso e o meu paraíso é onde estou
Eu não sei na verdade quem eu sou!

Percebi que a cada minuto
Tem um olho chorando de alegria e outro chorando de luto
Tem louco pulando o muro, tem corpo pegando doença
Tem gente rezando no escuro, tem gente sentido ausência!


Meninas são bruxas e fadas,
Palhaço é um homem todo pintado de piadas!
Céu azul é o telhado do mundo inteiro,
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro!

Eu não sei na verdade quem eu sou,
Já tentei calcular o meu valor,
Mas sempre encontro sorriso e o meu paraíso é onde estou...
Eu não sei na verdade quem eu sou.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Prosa dos Ventos

Ontem, no meio do meu expediente, recebi uma ligação maravilhosa.
Meu professor, amigo, diretor, meu tudo de bom... Posso até dizer que é uma das pessoas que me iniciou e que mais acreditou em mim no teatro... Enfim, o Elcio Rodrigues me ligou pra fazer a melhor proposta do mundo. Voltar a trabalhar com a Prosa dos Ventos.
Prosa dos Ventos surgiu da Triptal, a primeira companhia de teatro profissional que eu trabalhei. Consequentemente, a Prosa foi a segunda. Há uns 3, 4 anos atrás, eu trabalhava loucamente com eles. E retornar a isso me faz sorrir todos os sorrisos mais bonitos do mundo!
E ainda mais com o "Ciranda das Flores", espetáculo que surgiu de uma contação de histórias que acompanhei desde o início.
Estou toda sorrisos por conta disso.
E em maio minha vida será a mais agitada... E eu sentia tanta falta de todo esse agito, da correria. De correr de um teatro pra outro, em pontos opostos da cidade.
Será lindo voltar pra eles.
Será lindo demais!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Da volta e/ou do: "volta!"

Te tirei da minha vida de forma brusca até pra mim, confesso.
Doeu. Doeu mais do que as cutucadas em mesas de bar ou do que as DRs sem fim, quando sequer tínhamos uma R.
Por um tempo, vi que você mal aceitava, vi cometários que eu não queria aqui, neste blog, vi scraps, recebi e-mails. Mas depois, depois que aceitou, respeitou. Manteve-se na sua. E só respondia aos meus chamados. Que, vez ou outra, eram excessivos. Era o chamado de um coração que não aceitava a perda.
Mas esse feriado, que foi dos piores, que foi o mais triste, o mais chorado... Eu vi o que realmente importa, eu enxerguei que mais do que eu e você como amantes eu quero eu e você como amigas. Como foi no passado, como passamos dois anos. Gargalhando em conversas sem nexo no msn ou nos encontrando em lugares inimagináveis (Floripa!). Nesse feriado, ao ver meu tio-avô chorando em uma cama de hospital, eu percebi que essa dor que carreguei aqui não é nada. Nada perto do que realmente dói e da real dor de alguém que sofre e implora pela morte, para deixar de sentir dor.
Eu não quero a morte para parar de doer. Eu quero é ser forte pra parar de doer. E assim, fui tornando-me mais eu e mais forte e mais bonita. Até o ponto em que pude ver que não dói mais a sua decisão e as suas paixões. E assim, como não dói, desejo a sua volta pra minha vida. E respeito se agora for a sua vez de dizer: "eu não quero voltar".
Estou pronta para te encarar com seus casos, suas paixões, seus amores. Estou pronta pra sentar em mesa de bar e conversar e rir e rir e rir. Porque são poucas as pessoas que me fazem rir como você faz e fez desde sempre.
Eu peço, aqui.
E aguaro, daí, uma resposta ou apenas o silêncio.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

metamorfose

"Permaneceu nesse estado de reflexões vazias e pacíficas até que o relógio da torre bateu três horas da madrugada. Ainda vivenciou o ínicio do alvorecer geral do dia lá fora, além da janela. Em seguida, sem que ele o quisesse, sua cabeça inclinou-se totalmente parabaixo e das suas ventas brotou fraco o último suspiro."

quinta-feira, 9 de abril de 2009

.desse tal amor.

Se perguntava em meio à inquietude da noite: como amar assim?
O 'assim' ela mal sabia explicar.
Desde que viu tudo aquilo acontecendo, desde que observou toda aquela mudança naquele ser, naquela coisa, naquela pessoa a qual amava - e amou, muito tempo, sem saber que amava.
E ver que aquela a qual ainda dedicava o mais belo dos sentimentos, havia mudado tudo. Mudado opiniões, mudado sentidos, mudado rumos e sentimentos. E mudar pra que? Pra agradar a alguém que nem se sabe ao certo quem é?
Entender era o que ela queria.
Fazia perguntas, como crianças perguntam a suas mães: É possível amar sem nunca ter tocado? É possível amar sem saber se o olhar brilha? É possível amar sem saber mesmo se escova os dentes, se toma banho todos os dias? E se o sexo não for bom? Se não houver tesão? Ese tal amor ainda resistirá?
Pra ela, amor precisa, sim, de sexo, de tesão, de dia-a-dia, de toque, de sabor, de cheiro...
Ela viveu tudo isso. Ela tocou, ela sentiu cheiros, viu olhares, fez brotar sorriso.
Então, ela parou de se perguntar tanto e resolveu levantar-se da cama já que o dia amanhecia mesmo sem ela querer que amanhecesse.
Ela parou de querer entender tudo e de querer explicações.
Pegou sua mala, guardou todos os sentimentos e perguntas dentro e a trancou com chave. Chave que quer perder, que quer jogar por aí, que quer que um alguém encontre e a faça questionar outras coisas, que a faça sonhar outros sonhos e que a faça amar do jeito mais bonito. Do jeito presente de amar.
"Acho que sou bastante forte para sair de todas as situações em que entrei, embora tenha sido suficientemente fraco para entrar.”

Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 8 de abril de 2009

milhões de vasos sem nenhuma flor...

terça-feira, 7 de abril de 2009

O avô que eu não tive...

Então, eis que chega o dia do meu tio-avô fazer sua tão esperada cirurgia. Há mais de ano esperamos isso, mas sábado, quando o Dr. Rafael ligou lá em casa marcando a cirurgia, bateu o medo.
Meu tio-avô Avelino, está com seus 80 anos e com apenas 10% da visão, apenas no olho direito, anda com sua bengala e sua prótese de quadril. Ele já passou por tantas coisas, tantas. E, mesmo com tudo isso, consegue ser o melhor desenhista e o cara que mais resolve palavras-cruzadas que eu conheço.
E ele sabe o quanto foi importante no meu crescimento e na minha criação. Fui criada por ele e pela vovó Amélia, que tem tanto ciúme dele, que até inventa doenças para ver se damos atenção à ela também.
Hoje é difícil escrever e dizer algo sobre ele aqui ou em qualquer outro lugar. Hoje, é o dia da cirurgia tão esperada, mas que tanto nos amedronta. O que será que vai acontecer, no fim das contas? O medo é maior depois da última operação a que ele foi submetido, já que saiu do hospital com infecção hospitalar das bravas...
Medo, preocupação, apreensão.
Mas eu sei que ele é forte e vai correr tudo bem.
Eu sei...
Eu sei porque ele corria atrás de mim na rua, ele jogava futebol e bolinha de gude com meu irmão e dava banana pra minha irmã comer quando ela tinha fome. Eu sei porque ele arrebentou a porta do banheiro da casa da vovó quando a minha irmã, a Carol, ficou presa lá dentro, aos dois anos de idade. Eu sei porque ele cultiva as melhores uvas o ano inteiro para que possamos comê-las na ceia de Natal.

Eu sei, "tio 'Velino" que vai dar tudo certo e que jajá vamos correr no quintal. Eu, o senhor, a Carol e o Thiago, os netos que o senhor ganhou.
"Claro que no começo não terás sono ou dormirás demais. Fumarás muito, também, e talvez até mesmo te permitas tomar alguns desses comprimidos para disfarçar a dor. Claro que no começo, pouco depois de acordar, olhando à tua volta a paisagem de todo dia, sentirás atravessada não sabes se na garganta ou no peito ou na mente - e não importa - essa coisa que chamarás com cuidado, de "uma ausência". E haverá momentos em que esse osso duro se transformará numa espécie de coroa de arame farpado sobre tua cabeça, em garras, ratoeira e tenazes no teu coração. Atravessarás o dia fazendo coisas como tirar a poeira de livros antigos e velhos discos, como se não houvesse nada mais importante a fazer. E caminharás devagar pela casa, molhando as plantas e abrindo janelas para que sopre esse vento que deve levar embora memórias e cansaços."

(Caio Fernando Abreu)

LFV revisitado.

Enconto ou não encosto? Só o joelho. O que pode acontecer? Ela dizer: "Nathalia, por favor..."Aí eu recolho o joelho, peço desculpas, "desculpa, desculpa" e pronto. Se eu soubesse como dizer, explicaria. Sabe o que é, minha linda? Eu estava aqui pensando - quando é que, lá na minha infânica, na minha adolescência, eu ia imaginar que um dia estaria sentado ao lado de uma pessoa assim, como você? Nao sei quem é que me botou aqui nessa mesa, bem do seu lado. Nao acho que tenha sido um pedido seu - "Quero a bonitinha da tatuagem à minha esquerda". Claro que nao. Mas o fato é que estou aqui e aquela outra está aí atrás em algum lugar, de pé e se perguntado o que eu tenho que ela nao tem. Tem uma outra que nao deve nem estar por perto. E eu aqui ao seu lado, bem pertinho. Isto significa muito, viu? Lá em outras terras vai ter gente se mordendo de raiva. Onde já se viu, aquela tão esquisitinha e toda sensível, aquela que não cansa, aquela que luta mesmo sem forçar, ali, sentada à esquerda da mais bonita moça?




segunda-feira, 6 de abril de 2009

.da caminhada.

Andar na Paulista debaixo de chuva.
Perceber ali, do meu lado, que não perdi tanto quanto eu imaginava.
Fim de semana querido.
Sexta, o anjo dizendo coisas lindas.
Ontem, a pequena que consegue ser tão grande me aconselhando.
Bonito perceber que a caminhada não foi cortada.
Cresço, aos poucos, ouvindo o que gosto de bocas que eu não esperava.
Mas é bonito.
Já me são tão queridos que não consigo não querê-los por perto.
(Assim como não consigo não querê-la.)


O tempo cura.
Foram palavras recorrentes.
O tempo cura.
Eu sei, há de curar.
O tempo... o tempo...

E eu sei, você sabe, nós sabemos.


Quero mais caminhar na chuva, quero mais conversas jogadas fora, quero mais não me importar se ela estará ou não sentada na mesma mesa.
Porque, com ou sem ela, se estou com eles, me sou mais bonita!

domingo, 5 de abril de 2009

"Oh, lua de cosmos no céu estampada, permita que eu possa adormecer..."


Eu te pedi distância, pedi para que ficasse longe
Me diz, então, como te tirar dos sonhos?
Me ensina a não mais te ver enquanto durmo...
Em suas mãos trazia lírios
Em seu olhar lágrimas
E aqui dentro sobrou esta agonia de te ter por uma noite e nunca mais.




"...quem sabe de novo nessa madrugada, ela resolva aparecer."

sábado, 4 de abril de 2009

O desacordo ortográfico

Por Célia Pedroso - Portugal.



Não podíamos estar mais em desacordo. Vocês dizem "reforma" nós dizemos "acordo"; nós vamos para a "bicha" vocês vão para a "fila" e consideram "ótimo" o que, para nós, só faz sentido se for "óptimo".
De facto (fato é conjunto de vestuário de duas peças) as consoantes mudas - uma das variações que mais vamos sentir com o acordo ortográfico - fazem parte do nosso patrimônio e estão connosco desde os bancos da escola. Não surpreende por isso que uma das petições online contra o acordo ortográfico já tenha mais de 100 mil assinaturas em Portugal. Uma das mudanças mais contestadas afecta (ainda posso escrever com "c") a palavra húmido que vai perder o honrado "h".
A diversidade faz a força e é por isso que portugueses e brasileiros se entendem tão bem. Quem pediu este acordo ortográfico?

sexta-feira, 3 de abril de 2009

aprendizagem...

... ou o livro dos prazeres.


A minha aprendizagem é longa e demorada.
Eu sei.

Mas já cresci muito.
Já aprendi muito.
Já vivi muito.

Preciso aos poucos ir me policiando e cessar os impulsos.
E parar de achar que o universo conspira contra mim.

Me dá medo de perder tudo e todos desse jeito.
Medos, todos.
E sempre.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Do que eu gosto... [complemento]

Argentina leva goleada de 6 x 1 da Bolívia em La Paz!!!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

.eternamente responsável.

Escrevi. Serena, bonito, suave, leve.
Escrevi dizendo mais do mesmo e o mesmo do mais.
Não repeti palavras já ditas e se repetisse não surtiriam efeito de qualquer maneira.
Não o efeito que eu gostaria, claro. O efeito que eu desejo e que, por mais dolorido que seja assumir tudo isso aqui, martela ainda aqui no fundo de mim.
Tenho hoje sorriso no rosto por ter tomado a atitude que achei que deveria pro bem dos meus. Pro bem dos meus três melhores sorrisos.

E, que assim, seja doce... "repito todas as manhãs..."