segunda-feira, 30 de março de 2009

Do repentino sucesso virtual.

Confesso que estou achando muito engraçado os últimos recados de mulheres de todas as idades querendo me adicionar no orkut.
Engraçado ver cada tipo estranho e cada tipo interessante.
Estranho que, do nada, umas 4 ou 5 me descobriram e vieram me dar bom dia, boa tarde ou boa noite. Algumas escrevendo em 'miguxês' avançado, daquele quase impossível de desvendar. Outras fazendo a linha cult e apelando por escrever tudo corretinho, até com a nova regra ortográfica e tudo mais.
Vamos ver até quando dura isso...


[Mas se elas soubessem que pessoalmente sou tão desinteressante... Ah, se elas soubessem!]

domingo, 29 de março de 2009

Irritando-me.


Sim, estou irritada.
Primeiro por ter de dar o braço a torcer e dizer que a Maria Rita realmente tá uma merda! Fui ao show e a desgraçada fingiu que tocou "Santa Chuva"! E tocou todos aqueles mil sambinhas que não têm a menor graça.
Depois por acreditar que uma pessoa fala tanto e age pouco. Fala demais até. Finge ser amiga até certo ponto, até o ponto em que não sou mais necessária pra suprir as carências dela. Aí, mal tenho contato. Finge que não existo e fica por isso mesmo.

Vou ali tomar uma cerveja e recuperar a gastrite perdida.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Porque sozinha sou a flor mais bonita do jardim.

terça-feira, 24 de março de 2009

(i)tudo tem sido mais belo...

Leve.
Assim me sinto ao ler tudo o que me diz.
Assim me sinto a cada mensagem de bom dia, a cada sorriso que tenho dado.
Depois de tanto caminhar por lugares escuros, vejo no azul claro a esperança que nenhum verde, nenhum castanho, nenhum negro me deu.
Seja como for.
Seja pro que for.
Passeio com passos suaves.
Caminho novos lugares.
Visito novos sonhos.
Não existem lágrimas quando te ouço.
Não existe falta de assunto, de ânimo, de verdade.
De tão parecidas, fundimo-nos em uma mesma vontade: a de estar e poder estar sempre.
E eu estou. Aqui. Sorriso. Encanto. Verdade. Vontade.

É a flor mais bonita que surgiu no meu jardim.
É flor que não tem nome ainda.
Vai além da biologia, vai além de mim, vai além.
Vem. Vou. Sou, seremos.

Pode não ser.
Mas o querer que seja não falta.
Nunca.
Por mim, por você, pra mim, pra nós.
Pra todos os sorrisos durarem tempos infinitos.


"Pintando flores a mão
Constante imaginação
Só um sorriso, pra me encantar

Pra ela é só emoção
O mundo torna canção
E basta um toque, pra me encontrar "
(Por ela estou sempre olhando - A Fabulosa Banda do Curinga)

sábado, 21 de março de 2009

Do que eu gosto...

  • Sorriso de criança;
  • sonhar acordada;
  • olhos claros;
  • viajar;
  • visitas inesperadas;
  • sms de madrugada;
  • pessoas que vão e que voltam;
  • sentir o vento no rosto ao andar de moto;
  • sonhos da Pollyanna;
  • sorvete de flocos;
  • Imaginários loucos;
  • ser acordada pelo Fred e pelo Bernardo;
  • sotaques... todos;
  • avó, tio avô, mãe, pai, irmã, irmão, família;
  • macarrão aos domingos;
  • dançar sozinha no quarto;
  • escrever coisas que ninguém nunca vai ler;
  • fotos;
  • paisagens;
  • meu sorriso;
  • scarpin com calça jeans;
  • vestidos;
  • all star;
  • ruivas;
  • cachos;
  • inteligência;
  • pessoas maduras;
  • respeito;
  • marujices no palco;
  • beijo em qualquer parte do corpo;
  • acordar mais de 8hrs da manhã;
  • jogo do Corinthians;
  • Janis Joplin gritando em 'Piece of My Heart';
  • pessoas sem preconceito;
  • achar dinheiro em roupa velha;
  • tirar a água que acumula na pia com as mãos, não com rodinhos;
  • boteco de sexta;
  • amigos, todos, reunidos em um lugar só;
  • dar o ombro a quem precisa;
  • dormir (muito) depois de chorar;
  • leitura;
  • café preto;
  • coca-cola;
  • panqueca;
  • unhas vermelhas;
  • tirar minha própria sobrancelha (embora eu não saiba fazer);
  • pele;
  • banho de chuva;
  • dormir no ônibus;
  • viajar de avião;
  • comer;
  • desenhar;
  • andar sem rumo;
  • av. Paulista;
  • animais;
  • chopp;
  • kiwi, melancia e frutas tropicais;
  • jazz, blues, rock, mpb, bossa nova, samba de raiz...;
  • chamar o garçon por vocativos motivacionais ("campeão!", "grandê!")
  • saber quem me fuça;
  • que saibam que eu fucei mesmo;
  • conhecer gente nova;
  • cortar o cabelo;
  • mandar e receber flores;
  • olhar brilhante de pessoas que eu amo;
  • escrever aqui;
  • dar 'bom dia' pra minha mãe;
  • as rugas na testa da minha irmã quando eu brigo com ela;
  • comida de vó;
  • pôr do sol em qualquer lugar do mundo;
  • ano novo;
  • roxo;
  • meu quarto;
  • tirar o esmalte das unhas com o dente;
  • jogar handball;
  • perdoar;
  • amar, amor;
  • convencer meus amigos a faltarem na faculdade pra tomar uma comigo;
  • cores: negros, brancos, amarelos, vermelhos...;
  • cócegas;
  • estourar plástico bolha;
  • arrancar meus cabelos brancos;
  • festas de criança;
  • observar as pessoas do prédio de frente a minha casa apagando as luzes lá pelas 23hrs;
  • praça;
  • ouvir que alguém tem saudades de mim;
  • dançar ao som de "Like a Prayer" ao lado do Boo;
  • filmes infantis;
  • chefe fora do escritório;
  • clowns;
  • intervenções urbanas;
  • virada cultural;
  • shows de graça;
  • iluminação de espetáculos;
  • desligar a TV;
  • desligar na cara de um operador de telemarketing;;
  • pipoca;
  • cinema sozinha;
  • tapioca;
  • ficar de pijama o domingo inteiro;
  • árvores, flores, plantas, lugares verdes;
  • óculos escuros;
  • andar de chinelo na rua;
  • teatro;
  • filhotes de qualquer espécie;
  • o bairro da Liberdade;
  • meus tucanos de pelúcia;
  • fazer listas inúteis, como essa...

quinta-feira, 19 de março de 2009

Cena: sonho

Duas pessoas em uma sala de aula.
Discutindo a relação.



A- Mas eu tô entregue, tô aqui, inteira, completa, sua!

B- Eu tô fechada, aqui (põe a mão sobre o peito) não entra mais ninguém. É difícil pra mim, mas tá tudo fechado aqui. (Bate três vezes no peito).

A- Eu não entendo, eu não entendo. Tô sua, sou sua, e você diz coisas que não condizem com suas atitudes. Porque faz isso, então?

B- Eu não sei. Mesmo. Tá tudo fechado, meu peito tá fechado.



Alguém dá com o pé na porta. A porta cai. Entra Capitão Nascimento.



Cap. Nascimento- (gritando) Tá fechada:? É isso que eu tô ouvindo? Fechada? Zero dois! Zero dois, traz a doze. Traz a doze agora.



Zero dois entra com a doze nas mãos e a entrega pra Capitão Nascimento.



Cap. Nascimento- (gritando) É o peito que tá fechado, é?



Atira no peito de B.



Cap. Nascimento- (gritando e olhando pra A)- Pronto, agora tá aberto! (Sai.)






Fim da cena.

quarta-feira, 18 de março de 2009

São Paulo da garoa

Trabalho em uma área nobre de São Paulo. Vila Olímpia, onde tudo deveria ser mais bonito, afinal, aqui se situam grandes empresas, baladas das mais caras, restaurantes caríssimos e o maior fluxo de carros também.
Saio do trabalho às 18hrs. Moro do outro lado da cidade, na zona norte. E levei três belas horas pra chegar em casa. Coisa boa... Delícia... Hunf.
Não aguento isso. Tentei ir de trem... E mesmo assim, o que tinha de gente dentro dos trens. E todos ensopados, graças ao belíssimo temporal que caiu aqui ontem.

É... os contras da cidade.

Mas não troco por nada. Quer dizer, se me fizerem uma bela proposta até troco...
Mas tem que ser bela mesmo!!!
Porque apesar dos grandes pesares, da administração da cidade, da sujeira, poluição, alagamentos, engarrafamentos... Sampa é a capital da cultura, da gastronomia e do fervo. E eu adoro!

terça-feira, 17 de março de 2009

"Tu que cantas passarinho!"


"Tu que andas pelo mundo
(Sabiá!)
Tu que tanto já vôou
(Sabiá!)
Tu que cantas
Passarinho!
(Sabiá!)
Alivia a minha dor...
Tem pena d'eu
(Sabiá!)
Diz por favor
(Sabiá!)
Tu que cantas
Passarinho!
(Sabiá!)
Alivia a minha dor
(Sabiaaaaaaaá!)..."
Ontem, assistindo a um espetáculo não muito agradável, ao ouvir essa música, lembrei desse ser-passarinho...
Que tanto voa, que tem asas, que vai lá no alto, que volta, que canta cantos que fazem minha dor passar...
Esse Sabiá, Beija-flor, Tico-Tico, Bem-Te-Vi.
Que fica tão lindo lá no alto, e que faz sorrir quando pousa por perto.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Tuque-tuque

Tu ta tum toc toc ploc pow.

Batidas do meu coração ecoando no corpo de doze artistas ali no palco.

Tchiii tchiiii tam tam uéooooun uéooooooooun dum da de rararara piii.

Acelera.
Ritmo fora e ritmo dentro.
Gargalhada interna, externa, sorriso nos olhares que enxergo através dos vidros.
Risadas.
Aplausos.

Pla ta ta tim tam tem
Auuuuá auuuuá auuuuuuuuáááá
The books is on the table.

Sorri meu coração que bate conforme a música.
Sorri meu peito que se abre.
Sorrio eu, sorriem elas, do meu lado, acompanhando o maestro que nos rege com as mãos e faz com que façamos barulho.

AuááááAuááááááAuáááááááááá

Tim ton.
Estação Sé, desembarque pelo lado esquerdo do trem.

Os barulhos estão apenas começando.
Apenas começando.

Barbatuques no trem.
Batuques no ônibus.
Corpos que se trombam e ecoam notas desconhecidas.

Batuca, batuca.

E o tlec tlec do teclado e os barulhos do dia a dia.

Corpos ecoando notas bonitas só no palco.
A face ranzinza do moço ao meu lado me mostra que os barulhos do dia a dia não têm a menor graça.
Para ele.


Auáuouiéééé

sábado, 14 de março de 2009

quinta-feira, 12 de março de 2009

Dos chiados de esses e erres.

E chia como música no ouvido. A volta, a volta... O retorno do que se parecia perdido.
Aos pocuso começo a compreender aquele mundo tão imenso dentro daquele corpo que parece pequeno para sustentar essa vida tão bonita que tem ali.
Tudo diferente do que ela me mostrou anteriormente, tudo mais bonito, mais colorido, leve e calmo.
Depois de toda a tempestade, quero é tomar banho de chuva com essa mulher chovada que me faz ser mais eu a cada dia. A cada segundo.
Os conselhos mais bonitos, as histórias mais bonitas, os dias mais sorridentes.
Voltaram, porque ela voltou pra minha vida, porque ela entrou de novo no meu dia-a-dia e eu amo isso tudo. Essa coisa toda de conversas sem sentido, às vezes, mas sem dor também.
Gosto de saber das novidades e imaginar aquele sotaque arrastado me contando cada detalhe do dia, das viagens, das loucuras e das coisas sensatas.
Com ela, eu vejo que tudo pode ficar leve, que não preciso carregar pesos pro resto da vida pensando no que já foi.
O que foi, foi. O agora é o que me importa e me faz sorrir.
...

Trecho de carta nunca enviada...

"Ah! O mar, amor, amar.... a Má. Amar aquela amplidão que não se conhece, não se entende, não se escolhe amar. Mas ama-se o mistério, o encontro dos mistérios, o encontro dos sorrisos com os medos, o encontro do que é real e palpável com o pesadelo constante... Ama-se os sonhos, planos, as cores, as flores. Ama-se sem pensar muito, sem pensar quase nada. Ama-se assim. Bonito, singelo, simples."

Amo.
De um modo que não imaginava amar.
Mas amo. Muito.



"A memória da gente é safada: elimina o amargo, a peneira só deixa passar o doce."
(Caio.)

Não vou dizer...

... que tem sido fácil.
Não, não tem.
Mas eu sou maior e mais forte do que toda essa merda que anda acontecendo ao meu redor.
É uma pena enxergar alguém que eu via tão grande, tão gigante, se diminuir tanto por causa de um sentimento insano que surgiu. (Mas qual o sentimento que não é insano?)
Não vou dizer que dói mais que tudo, porque não dói. Mais que tudo é muito.
O mundo não parou - e nem vai parar - por causa do que me dói. Mas passo coisas inimagináveis, observo atitudes que não esperava vindas dali. Uma pena, realmente, uma pena.
Triste ver isso assim, de longe, sem poder - nem querer - cuidar. Sim, porque precisa de cuidados, ninguém é forte o suficiente pra viver isso.
Namoro, amor... Assim? Sem toque, sem cheiro, sem gosto? Tão estranho, tão...
Mas sou nada pra dizer isso. Sou nada.
E contento-me apenas com estar aqui caso algo dê errado. Estou aqui, pra sempre, porque não foi da noite pro dia que conheci e que aprendi a gostar. O maior medo é que é muito mais fácil aprender a desgostar do que aprender a gostar. Bastam poucas atitudes.

Enfim...

Sinto-me feliz, apesar disso tudo.
Sinto-me feliz porque vejo que não foi erro meu e que fiz de tudo pra que ela viesse pra minha vida, que entrasse no meu cotidiano. Olho pra trás e não vejo nada que eu tenha feito pra dar errado. Nada mesmo. E não me arrpenedo de nenhuma tentativa pra que isso tudo desse certo. E se não deu, azar o seu. Não meu.

terça-feira, 10 de março de 2009

Do que eu acreditava II

O Leminski falou, a Zelia cantou e eu acreditava sem nem pensar que "um homem com uma dor é muito mais elegante..."
Mas é nada.
Aprendi isso nesse fim de semana esquisitíssimo.
Aprendi que a dor é bem menor do que eu a fiz parecer, até porque a pessoa que a causou é muito menor do que a que eu inventei na minha cabeça ou do que ela quis mostrar pra mim.
Sorrir é muito mais elegante.
Aprendi com os amelísticos. Com a bebedeira sábado que acabou com a ressaca moral da sexta.
O Ney, novo melhor-amigo-de-infância, me ensinou que "Se eu não tiver motivos pra sorrir, eu invento!"e assim me torno bem mais bonita aos olhos de quem vê.
Aprendi com a Jé e a Mayarinha, que me mostram que idade não é nada pra fazer as pessoas felizes.
Fer, Boo e Feeh que seguram meu cabelo e não deixam com que eu me suje com minhas próprias lamúrias, palavras e feridas. Esses são os que mais mostram sorrisos nas horas em que acho que o machucado acabará comigo. Eles fazem com que eu aprenda a sorrir mais e mais.
Aprendi até antes, há algumas semanas, com a volta do sotaque carioca mais bonito pra minha vida.
No domingo, dia da mulher, com uma rosa, a Polly me mostrou que o sorriso é muito, muito mais elegante.
E os olhos azuis, ao me chamarem de flor e pedirem pra que eu vá, me mostram que sorrir é tão elegante, tão bonito que fez a dor virar mini dor, micro dor. Aliás, um quase nada de dor, um quase nada de amor.
E, como li uma vez navegando pelo blog mais bonito: "quem é quase, nada é..."
Eu cheguei a acreditar que era tudo aquilo. Ela inventou. Eu inventei. Inventei algo tão grande dentro de mim e eu tentei fazê-la acreditar que podia ser, mas como ela acha que não pode, que pra ela o mais longe, o mais frio que é bonito, então, eu ignoro essa coisa tão pequena e ergo a cabeça com meu sorriso mais bonito de todos.
Porque um homem com um sorriso é muito mais elegante.
E você, pequena dor... Pequeno ser... Ainda torço (e sempre vou torcer e desejar) para que sua felicidade seja o triplo do seu tamanho.

Do que eu acreditava.

Eu achava, mesmo, que respeito e consideração tinham a ver com amizade, carinho, com 'teamopracaralhoprontofalei.'

Mas se não tem, não tem e pronto.
Não discuto mais.

sábado, 7 de março de 2009

Do ato.

respeito

do Lat. respectu


s. m.,
acto ou efeito de respeitar;
reverência;
deferência;
consideração;
apreço;
importância;
submissão;
ponto de vista;
aspecto;
causa;
relação;
temor;
(no pl. ) cumprimentos.

loc. prep.,
a — de: relativamente a; o m. q. com respeito a;
com — a:vd. a respeito de;
dizer — a: referir-se a;
por — a: em atenção a.




E enquanto não tiver o mínimo de respeito daí pra cá, o melhor (mesmo!) é continuarmos longe... Porque dói aqui.


E... "você não vale a pena... não vale uma fisgada dessa dor..."

quarta-feira, 4 de março de 2009

"O erro? Eu dizia, pois é, o erro. Eu penso, se o erro não foi de dentro, mas de fora? Se o erro não foi seu, mas da coisa? Se foi ela quem não soube estar pronta?
Que não captou, que não conseguiu captar essa hora exata, perfeita, de estar pronta. Porque assim como o movimento de apanhar deve ser perfeito, deve ser perfeita também a falta de movimento, a aparente falta de movimento do que se deixa apanhar. Você me entende?"
(Caio Fernando Abreu)

E, quando leio essas coisas, me redimo comigo mesma, tiro de mim uma culpa que não me pertence e sorrio mais bonito.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Desprendimento. Desapego.

O melhor, pra agora, é que seja assim.
Pra ser bonito e leve depois.
Pra não ter que carregar tanta mágoa já passada, sentida e re-sentida.

Pra que você seja mais feliz here, there, anyhwere.

E pra que eu consiga realmente sentir tudo o que aquele gigante azul pede e grita pra que eu sinta.




"Desisto, e eis que na mão fraca o mundo cabe". (CL)

domingo, 1 de março de 2009

Último pedido... Último!

Deixa o que é frio pra lá.
Deixa a neve longe... Se afasta das geadas, dos icebergs.
Aqui tem o que é quente e pulsa.
Aqui tem uma vida inteira pra te dar calor, pra esquentar seu coração e seus dias.
Aqui tem olhar que te esquenta, te aquece, te dá carinho...

Vem?
Esquece do frio, derrete o gelo.
Vem?